Primeira consulta com coloproctologista: o que esperar
A primeira consulta começa por uma conversa cuidadosa. O exame, quando necessário, é explicado antes e adaptado à queixa e ao conforto de cada pessoa.
Atendimento em Campo Grande/MS
Atendimento em coloproctologia com foco em tratamentos minimamente invasivos.
Instituto do Aparelho Digestivo · Jardim dos Estados · Segunda a sexta, das 9h às 18h
Dra. Dayara Salomão · CRM-MS 16556 · RQE 9819
“Acredito que cada paciente merece um cuidado personalizado, com empatia e acolhimento, utilizando recursos adequados a cada indicação e sempre com foco no cuidado e no conforto.”

A coloproctologia cuida das doenças do intestino grosso, do reto e da região anal. Procuram a especialidade pessoas que convivem com sangramento ao evacuar, dor anal, coceira que não passa, um caroço na região ou alguma mudança no hábito intestinal.
A consulta começa por uma conversa sem pressa. O exame físico só é feito quando é necessário, com privacidade e no seu ritmo. Sentir vergonha é comum nesse tipo de consulta, e isso não deveria custar o diagnóstico a ninguém.
Boa parte dos casos se resolve com medidas clínicas, sem cirurgia. Quando existe indicação cirúrgica, a escolha da técnica considera o grau da doença e as suas prioridades quanto a dor e tempo de afastamento. Laser e videocirurgia estão entre as opções disponíveis.

Dúvidas frequentes
No Instituto do Aparelho Digestivo, na R. Alagoas, 700, Sala 8, Jardim dos Estados, Campo Grande/MS, CEP 79020-120.
O WhatsApp de agendamento é o mesmo já utilizado no site. O telefone geral do Instituto do Aparelho Digestivo é (67) 3320-9500.
O atendimento da Dra. Dayara é de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Consultas e tratamentos em coloproctologia, como doença hemorroidária, fissura anal, fístula anal, cisto pilonidal e HPV perianal, com avaliação individual de cada caso. A colonoscopia não é realizada pela Dra. Dayara nesse local.
Médica formada em 2019 pela PUC-PR e especialista em coloproctologia, dedicada à avaliação e ao tratamento de doenças do cólon, reto e ânus.
Dra. Dayara Salomão · CRM-MS 16556 · RQE 9819
A primeira consulta começa por uma conversa cuidadosa. O exame, quando necessário, é explicado antes e adaptado à queixa e ao conforto de cada pessoa.
Muitas pessoas associam hemorroida a dor, mas a queixa mais comum costuma ser sangramento vermelho-vivo e indolor. Entender os sintomas e os graus da doença ajuda a buscar avaliação no momento certo.
A fissura anal é pequena — às vezes milimétrica — e dói de forma completamente desproporcional ao seu tamanho. Entender por que ela não fecha sozinha é o que explica todo o tratamento.
A frase mais comum na consulta é sempre a mesma: "tenho uma espinha que volta". Ela drena, melhora, some por um tempo e reaparece no mesmo lugar. Esse padrão de repetição é o que caracteriza a fístula anal.
Dor, inflamação e secreção na região do cóccix são sinais característicos do cisto pilonidal. Reconhecer o padrão cedo evita o ciclo de crises repetidas que muitos pacientes carregam por anos antes de tratar.
Tecnologia avançada para tratamento minimamente invasivo
Técnica moderna que preserva os tecidos
Opção para reduzir espasmo em casos selecionados
Planejamento videoassistido em casos selecionados
Abordagem por vídeo e laser em casos selecionados
Tratamento local com seguimento individualizado
Entre em contato para confirmar horários e orientações de agendamento.